Postagens populares

A máquina de desenhar



O artista brasileiro Michel Groisman inventou uma Máquina de Desenhar em grupo. O desenho é feito por várias pessoas, ao mesmo tempo. Enquanto quatro controlam os comandos dos pincéis, outras quatro controlam os comandos das tintas.
Michel quis mostrar, com sua obra, como precisamos prestar atenção nas outras pessoas para realizar coisas em conjunto. Ele fez uma mistura de jogo, máquina e obra de arte.

Sempre Natal


Existe uma cidadezinha na Alemanha onde parece ser Natal o ano inteiro.
É que lá há várias lojas que vendem enfeites natalinos o ano inteiro! A cidade se chama assim: "Rothenburg ob der Tauber". Um nome comprido que quer dizer "Rothenburg sobre o rio Tauber" (porque existe uma outra Rothenburg na Alemanha). 

Além dos produtos de Natal, outra coisa interessante lá é um enorme muro em volta da cidade, feito na Idade Média! As paredes são muito grossas e você pode caminhar dentro do muro, num estreito corredor. Tem janelinhas pequenas para que os soldados medievais vigiassem qualquer invasor que aparecesse. Impressionante.

Qual é a nota?


O grande compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos começou a estudar música muito cedo, desde criança. Seu pai era durão e exigente. Dizem que se um objeto caísse no chão ou um passarinho cantasse, por exemplo, o pai de Heitor perguntava: "Que nota musical é essa?". E ele tinha de acertar!

Na verdade qualquer barulhinho é uma nota musical.
Que tal a gente brincar disso agora?
Forme pares das notas idênticas.

O nome das notas musicais


Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si...
Quem será que inventou estes nomes? Por que são tão curtinhos?

Bem, isso aconteceu na Idade Média, quando a música foi conquistando um espaço muito importante nas Igrejas. (E a religião era o centro de tudo, nesta época.)
Um monge chamado Guido de Arezzo achou que os sons usados nas melodias deveriam ter nomes. Isso facilitaria muito as coisas.
Ele percebeu a escala musical e achou que se as notas tivessem nomes, seria mais garantido que as músicas fossem tocadas do jeito certo. Também facilitaria o aprendizado dos alunos.

Guido pegou um hino cantado em louvor a São João Batista e usou a primeira sílaba de cada estrofe. O hino era em latim.
(O "ut", mais tarde, virou "dó")

Ut quant laxis / 
Resonare fibris / 
Mira gestorum / 
Famuli tuorum /
Solve polluti / 
Labii reatum / 
Sancte Iohannes”. 
(O "si" é formado pelas iniciais de "São João", em latim)

Traduzindo: “Para que teus servos / Possam, das entranhas / Flautas ressoar / Teus feitos admiráveis / Absolve o pecado / Desses lábios impuros / Ó São João”

E, agora que você aprendeu essa, que tal brincar com as notas musicais? Boa!


 Memória das notas

Memória das Notas



Por que o Einstein mostrou a língua?

Você conhece esta foto, certo?
Com certeza é a foto mais famosa do cientista Albert Einstein.
Você sabe dizer por que ele fez esta cara engraçada? Por que ele mostrou a língua?
Na verdade, apesar de ser um gênio, ganhador de prêmio Nobel de Física, ele não era nada exibido. Muito pelo contrário. Sempre tentava mostrar que os cientistas não eram gente de outro mundo. Ele não gostava de rótulos nem de nenhum tipo de preconceito.
No dia desta famosa foto, Einstein tinha ido comemorar o seu aniversário de 72 anos com a esposa e amigos num restaurante. Na saída, havia uma multidão de fotógrafos e jornalistas.
Depois de muitos cliques, o fotógrafo Arthur Sasse pediu para tirar só mais uma foto. Einstein já estava dentro do carro e parecia cansado. 
- Sorria! - disse o fotógrafo.
Então, em vez de sorrir, Einstein surpreendeu mais uma vez. E Arthur Sasse tirou a melhor foto! Muita gente acha que Einstein queria mostrar que era uma pessoa comum. E que os físicos, cientistas, estudiosos... também podem fazer caretas e mostrar seus sentimentos. 

Veja aqui a foto inteira, da forma original.



Aqui outra foto, pouco antes de mostrar a língua:


Saiba mais sobre Albert Einstein

Menos é mais!

No mundo de hoje, percebemos que não adianta só cuidar do lixo que produzimos e economizar energia e água. Precisamos também pensar nas coisas que compramos. Para chamar a atenção sobre este assunto, o artista paulistano chamado Eduardo Srur espalhou 10 carrinhos de supermercado bem grandões pela cidade de São Paulo. São carrinhos gigantes, de quase 4 metros e meio, enferrujados. Aqui está um deles, que fotografamos perto de um grande shopping.

Eduardo Srur gosta de fazer este tipo de arte, chamado de "intervenção urbana". Uma vez ele espalhou caiaques com gente de mentirinha (manequins de loja), navegando pelo rio Pinheiros, que é muito poluído.

Se quiser ver outros trabalhos, visite o Facebook de Eduardo Srur.



Lançamento do livro "Maria Sabida e João do Uia"

Olha que legal! A educadora, contadora de histórias e escritora Cristiane Velasco convida todo o pessoal para o lançamento de seu livro "Maria Sabida e João do Uia" no dia 8/10, sábado agora, a partir das 15 horas, na Livraria da Vila/Lorena, em São Paulo. Ela conta mais sobre o livro neste vídeo! Vamos lá?

video

Colecionando sons


Existe um site que serve apenas para mostrar os sons de uma grande cidade. Esta cidade é Londres, capital da Inglaterra. O site é o "London Sound Survey". Tem som de carros, de gente falando, de uma ponte rangendo, tudo que se possa imaginar. Para colecionar estes ruídos, pessoas saem pelas ruas com dois microfones presos na cabeça, gravando qualquer coisa.

Um vendedor de apito igual passarinho.
Um homem tocando sax. 
Um pássaro piando. 

E já que estamos falando nesse assunto, que tal brincar um pouco com a nossa divertida "Memória de Sons"?
Clap! Clap! Clap!

Depois volte aqui para comentar o que achou do jogo. ;)


Filho de peixe


Este quadro bem colorido foi feito pelo artista Lucas Pennacchi, de São Paulo. Ele é filho de um outro artista chamado Fulvio Pennacchi, que viveu de 1905 a 1992.
O "Divertudo" visitou a casa dele, que é um verdadeiro museu, com pinturas até feitas diretamente nas paredes e também nos azulejos da cozinha e dos banheiros.
Lucas Pennacchi conta que o seu pai nasceu na Itália, na cidade de Lucca. Lá na Itália era muito comum a pintura feita nas paredes quando a massa ainda estava secando. Por isso estas pinturas se chamam "afrescos".
Fulvio Pennacchi era amigo do pintor Volpi e também de outros artistas de sua época.
Ele gostava de fazer pinturas e esculturas, mostrando cenas simples da vida das pessoas. E também passarinhos.

Hoje Lucas Pennacchi usa o mesmo ateliê que foi do seu pai, na mesma casa. Ele pinta e também faz mosaicos.

Veja algumas obras de Fulvio e Lucas Pennacchi que fotografamos para você ver.


Se você mora em São Paulo, mostre isto para sua professora de Artes. Sua turma também pode visitar esta "casa-museu" e conhecer de perto estas obras.
Aqui vai o modo de entrar em contato com o artista Lucas Pennacchi:
por email

Mais:  
Sobre Fulvio Pennacchi

Sobre Lucas Pennacchi

Se-pa-re as sí-la-bas!


Fui chamada por um aluno que estava indo mal na escola. Ele não conseguia separar sílabas e precisava de muita nota para passar de ano.
Então eu criei o "Método do Soquinho" e foi um sucesso!
Muito simples. Para marcar o "ritmo" de qualquer palavra, damos leves soquinhos na mesa.
Exemplo: pa-ne-la. (3 soquinhos). Trissílaba.
Isso facilita muito.
Quando havia dúvida, eu ensinava meu aluno a dividir de todos os modos possíveis e perceber qual soava melhor.
Exemplo: com a palavra "pai". Dois soquinhos ou um soquinho? 
Dizemos "pa-í" (2 soquinhos) ou "pai", com um soquinho só?
Um só! Palavra monossílaba, então.
Já a palavra "país" é dita com dois soquinhos: "pa-ís". Dissílaba. 
Meio = me-io (2 soquinhos, dissílaba)
Meu = meu (1 soquinho, monossílaba)

E assim, com o "Método do Soquinho", meu aluno passou de ano e tudo acabou bem! :)

Se você também tem dificuldade de perceber o "ritmo" das palavras, experimente.
E é bom ir treinando, porque estamos preparando um JOGO muito legal com esta matéria.