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Um lustre de pratos quebrados


O nome deste lustre é muito engraçado: "Porca Miseria". Seria como dizer "Mas que droga!" em italiano. Algo que a gente fala quando quebra uma coisa.
Neste caso, os pedaços de pratos e louças viraram um objeto muito bonito de se olhar. E útil também.
Quem criou este e muitos outros tipos de luminárias diferentes foi o designer alemão Ingo Maurer. Ele ganhou vários prêmios pelo seu trabalho.

O pai de Ingo era pescador. Veja só a luminária que ele criou com rede de pesca e pequenas lâmpadas.

Se você quiser saber mais sobre Ingo Maurer,
clique aqui.

Roupa de batata?


Olha só que coisa diferente e bonita!

Uma desenhista de moda chamada Gretchen Roehrs resolveu usar os legumes e frutas de sua geladeira para inventar roupas.
Ela começa suas criações com tinta nanquim preta e depois completa com roupas lindas formadas por cascas de banana, vagens... e outros produtos da natureza.


Veja só!



Bi, bi! Fóm, fóm! O teatro chegou!

Será que dá pra fazer um teatro dentro de um ônibus? 
Sim! Olha só!

Este teatro que anda, já percorreu 200 mil quilômetros e se apresentou em, pelo menos, 250 cidades do Brasil.
Tudo começou em 2010, quando Beto Andreatta, Jackson Íris e Mari Gutierrez resolveram usar um ônibus para levar peças infantis para escolas e lugares distantes. Desde então, já foram mais de 6 mil apresentações, em lugares variados como aldeias indígenas, parques e escolas.
Quando você entra neste ônibus pintado de verde, esquece até onde está. Lá dentro, tem o cenário, a iluminação, o som... e até ar condicionado. Quando começa a peça, então, que maravilha! A gente viaja sem sair do lugar!
Desde que começou a rodar o BuZum!, já foram mais de 6.000 apresentações, incluindo aldeias indígenas, parques, escolas públicas, comunidades...

Leia mais aqui, na matéria de Natália Pesciotta, feita para o portal "Avosidade":

O site do BuZum



Embatucadores


Passeando num domingo de sol na Av. Paulista, São Paulo, olha só o que encontramos. Os EMBATUCADORES! Embatucando seus instrumentos feitos de sucata, com coreografias e muita simpatia. Este é um projeto que começou em 2003 numa escola pública chamada Flamínio Fávero. Foi ideia do professor Rafael Rip. Palmas pra ele. E pra toda turma!

Instrumentos dos Embatucadores: colheres, baldes, cabos de vassoura, mesas, tubos de PVC... e o próprio corpo.

Que tal fazer igual na sua escola? 

Veja mais
  
Embatucadores no Face




Pula, pula, canguru!


Na cidade de Sidney, Austrália, você pode ver um canguru bem de pertinho assim. Este filminho foi feito num parque da cidade. É só oferecer algum petisco que ele vem comer na sua mão. Os cangurus são os únicos animais de grande porte que se locomovem com saltos. Eles comem frutas e vegetais. Existem várias espécies: algumas mais mansas, outras nem tanto. 
Os cangurus são da família dos marsupiais. "Marsúpio" é o nome da bolsa que a fêmea tem, onde carrega seu filhotinho enquanto ele ainda é muito pequeno.






A máquina de desenhar



O artista brasileiro Michel Groisman inventou uma Máquina de Desenhar em grupo. O desenho é feito por várias pessoas, ao mesmo tempo. Enquanto quatro controlam os comandos dos pincéis, outras quatro controlam os comandos das tintas.
Michel quis mostrar, com sua obra, como precisamos prestar atenção nas outras pessoas para realizar coisas em conjunto. Ele fez uma mistura de jogo, máquina e obra de arte.

Sempre Natal


Existe uma cidadezinha na Alemanha onde parece ser Natal o ano inteiro.
É que lá há várias lojas que vendem enfeites natalinos o ano inteiro! A cidade se chama assim: "Rothenburg ob der Tauber". Um nome comprido que quer dizer "Rothenburg sobre o rio Tauber" (porque existe uma outra Rothenburg na Alemanha). 

Além dos produtos de Natal, outra coisa interessante lá é um enorme muro em volta da cidade, feito na Idade Média! As paredes são muito grossas e você pode caminhar dentro do muro, num estreito corredor. Tem janelinhas pequenas para que os soldados medievais vigiassem qualquer invasor que aparecesse. Impressionante.

Qual é a nota?


O grande compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos começou a estudar música muito cedo, desde criança. Seu pai era durão e exigente. Dizem que se um objeto caísse no chão ou um passarinho cantasse, por exemplo, o pai de Heitor perguntava: "Que nota musical é essa?". E ele tinha de acertar!

Na verdade qualquer barulhinho é uma nota musical.
Que tal a gente brincar disso agora?
Forme pares das notas idênticas.

O nome das notas musicais


Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si...
Quem será que inventou estes nomes? Por que são tão curtinhos?

Bem, isso aconteceu na Idade Média, quando a música foi conquistando um espaço muito importante nas Igrejas. (E a religião era o centro de tudo, nesta época.)
Um monge chamado Guido de Arezzo achou que os sons usados nas melodias deveriam ter nomes. Isso facilitaria muito as coisas.
Ele percebeu a escala musical e achou que se as notas tivessem nomes, seria mais garantido que as músicas fossem tocadas do jeito certo. Também facilitaria o aprendizado dos alunos.

Guido pegou um hino cantado em louvor a São João Batista e usou a primeira sílaba de cada estrofe. O hino era em latim.
(O "ut", mais tarde, virou "dó")

Ut quant laxis / 
Resonare fibris / 
Mira gestorum / 
Famuli tuorum /
Solve polluti / 
Labii reatum / 
Sancte Iohannes”. 
(O "si" é formado pelas iniciais de "São João", em latim)

Traduzindo: “Para que teus servos / Possam, das entranhas / Flautas ressoar / Teus feitos admiráveis / Absolve o pecado / Desses lábios impuros / Ó São João”

E, agora que você aprendeu essa, que tal brincar com as notas musicais? Boa!


 Memória das notas

Memória das Notas



Por que o Einstein mostrou a língua?

Você conhece esta foto, certo?
Com certeza é a foto mais famosa do cientista Albert Einstein.
Você sabe dizer por que ele fez esta cara engraçada? Por que ele mostrou a língua?
Na verdade, apesar de ser um gênio, ganhador de prêmio Nobel de Física, ele não era nada exibido. Muito pelo contrário. Sempre tentava mostrar que os cientistas não eram gente de outro mundo. Ele não gostava de rótulos nem de nenhum tipo de preconceito.
No dia desta famosa foto, Einstein tinha ido comemorar o seu aniversário de 72 anos com a esposa e amigos num restaurante. Na saída, havia uma multidão de fotógrafos e jornalistas.
Depois de muitos cliques, o fotógrafo Arthur Sasse pediu para tirar só mais uma foto. Einstein já estava dentro do carro e parecia cansado. 
- Sorria! - disse o fotógrafo.
Então, em vez de sorrir, Einstein surpreendeu mais uma vez. E Arthur Sasse tirou a melhor foto! Muita gente acha que Einstein queria mostrar que era uma pessoa comum. E que os físicos, cientistas, estudiosos... também podem fazer caretas e mostrar seus sentimentos. 

Veja aqui a foto inteira, da forma original.



Aqui outra foto, pouco antes de mostrar a língua:


Saiba mais sobre Albert Einstein